sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Históricos

História da E.E. F José Paulo de Sousa





Localizada na Avenida Zezé Jucá  no Distrito de Lagoa do Mato - Itatira-Ce situada na Região do Sertão Central distante a 200 km de Fortaleza. A mesma teve sua fundação

Em dezembro de 1985, construída e equipada com recursos do Pólo
Nordeste em convênio com o Governo do Estado, Secretaria
De Educação e Prefeitura Municipal de Itatira foi inaugurada na Gestão
Do Então Governador Luiz Gonzaga da Fonseca Mota e do Prefeito
José Paulo de Sousa. O nome que a escola recebeu foi uma homenagem ao
Prefeito da época. O prédio que em sua fundação contava apenas com duas
Sala de aula foi aos poucos sendo ampliada, e hoje sua estrutura física é bastante
Ampla. Com sua ampliação passou a atender alunos do 5º ao 9ºano do Ensino Fundamental.
A escola trabalha legalmente, tendo seus funcionários todos aptos para
O exercício de suas funções. O atual Núcleo Gestor da escola é composto por
Diretor Geral, Coordenador Pedagógico e Diretor Administrativo Financeiro, os mesmos
Procuram desenvolver um trabalho democrático envolvendo os segmentos da comunidade
Escolar para que juntos possam superar as dificuldades atendendo de
Forma constante as necessidades de seus educadores. A escola recebe anualmente
Um expressivo e crescente número de alunos, por está localizada numa
Área de fácil acesso recebe alunos de todas as localidades circunvizinhas.


História do Brasil




Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.
Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil. 
A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela  Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária ( 200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha. 
Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas. 
Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.


História do Ceará


Com a decisão do rei de Portugal D. João III em dividir o Brasil em capitanias hereditárias, coube ao português Antônio Cardoso de Barros, em 1535, administrar a Capitania do Siará (como era chamada a região correspondente as capitanias do Rio Grande, Ceará e Maranhão). Entretanto a região não lhe despertou interesse. Só então, em 1603, é que o açoriano Pero Coelho de Sousa liderou a primeira expedição a região, demostrando interesse em colonizar aquelas terras.

Pero Coelho se instalou às margens do rio Pirangi (depois batizado rio Siará), onde construiu o Forte de São Tiago, depois destruído por piratas franceses. A esquadra de Pero Coelho  teve que enfrentar ainda a  revolta dos índios da região que inconformados com a escravidão, destruíram o forte obrigando os europeus a migrarem para a ribeira do rio Jaguaribe. Lá, a esquadra de Pero Coelho construiu o Forte de São Lourenço. Em 1607, uma seca assolou a região e Pero Coelho abandonou a capitania.
Em 1612 foi enviado ao Siará o português Martim Soares Moreno, considerado o fundador do Ceará, que também se instalou às margens do Rio Siará (atualmente Barra do Ceará), onde recuperou e ampliou o Forte São Thiago e o batizou de Forte de São Sebastião. Deu-se início a colonização da capitania do Siará, dificultada pela oposição das tribos indígenas e invasões de piratas europeus.
No ano de 1637, região foi invadida por holandeses, enviados pelo príncipe Maurício de Nassau, que tomaram o Forte São Sebastião. Anos depois a expedição foi dizimada pelos ataques indígenas. Os holandeses ainda voltaram ao litoral brasileiro em 1649, numa expedição chefiada por Matias Beck e se instalaram nas proximidades do rio Pajéu, no Siará, onde construíram o Forte Schoonenborch.
Em 1654, o Schoonenborch foi tomado por portugueses, chefiados por Álvaro de Azevedo Barreto, e o forte foi renomeado de Forte de Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção. A sua volta formou-se a segunda vila do Ceará, chamada de vila do Forte ou Fortaleza. A primeira vila reconhecida foi a de Aquiraz. Em 1726, a vila de Fortaleza passou a ser oficialmente a capital do Ceará após disputas com Aquiraz.

Ocupação

Duas frentes de ocupação atuaram no Siará, a primeira, chamada de sertão-de-fora foi controlada por pernambucanos que vinham do litoral, e a segunda, do sertão-de-dentro, controlada por baianos. Ao longo do tempo o Siará foi sendo ocupado o que impulsionou o surgimento de várias cidades. A pecuária serviu de motor para o povoamento e crescimento da região, transformado o Siará na “Civilização do Couro”.

Entre os séculos XVIII e XIX, o comércio do charque alavancou  o crescimento  econômico da região. Durante esse período, surgiram as cidades de Aracati, principal região comerciária do charque, Sobral, Icó, Acaraú, Camocim e Granja. Outras cidades como Caucaia, Crato, Pacajus, Messejana e Parangaba (as duas últimas bairros de Fortaleza) surgiram a partir da colonização indígena por parte dos jesuítas.

A partir de 1680, o Siará passou à condição de capitania subalterna de Pernambuco, desligada do Estado do Maranhão. A região só se tornou administrativamente independente em 1799, quando foi desmembrada de Pernambuco e o cultivo do algodão despontou como uma importante atividade econômica. Às vésperas da Independência do Brasil, em 28 de fevereiro de 1821, o Siará tornou-se uma província e assim  permaneceu durante todo o período do Império. Com a Proclamação da República  Brasileira, no ano de 1889, a província tornou-se o atual estado do Ceará.

Momentos históricos

Em 1817, os cearenses, liderados pela família Alencar, apoiaram a Revolução Pernambucana. O movimento, que se restringiu ao município do Cariri, especialmente na cidade do Crato, foi rapidamente sufocado.

Em 1824, após a independência, foi a vez dos cearenses das cidades do Crato, Icó e Quixeramobim demonstrarem sua insatisfação com o governo imperial. Assim eles se aderiram aos revoltosos pernambucanos na Confederação do Equador.

No século XIX, vários fatos marcaram a história do Ceará, como o fim da escravidão no Estado, em 25 de março de 1884, antes da Lei Áurea, assinada em 1888. O Ceará foi portanto o primeiro estado brasileiro a abolir a escravidão. Um cearense se destacou nessa época: o jangadeiro Francisco José do Nascimento que se recusou a transportar escravos em sua jangada. José do Nascimento ficou conhecido como Dragão do Mar (atualmente nome de um centro cultural em Fortaleza).

Entre 1896 e 1912, o comendador Antônio Pinto Nogueira Accioly governou o Estado de forma autoritária e  monolítica. Seu mandato ficou conhecido como a “Política Aciolina” que deu início ao surgimento de diversos movimentos messiânicos, alguns deles liderados por Antônio Conselheiro, Padre Ibiapina, Padre Cícero e o beato Zé Lourenço. Os movimentos foram uma forma que a população encontrou de fugir da miséria a qual se encontrava a região. Foi também nessa época que surgiu o movimento do cangaço, liderado por Lampião.

Nos anos 30, cerca de 3 mil pessoas se reuniram, sob a liderança do beato Zé Lourenço, na região no sítio Baixa Danta, em Juazeiro do Norte. O sítio prosperou e desagradou a elite cearense. Em setembro de 1936, a comunidade foi dispersa e o sítio incendiado e bombardeado. O beato e seus seguidores rumaram para uma nova comunidade. Alguns moradores resolveram se vingar e preparam uma emboscada, que culminou num verdadeiro massacre. O episódio ficou conhecido como “Caldeirão”.

Nos anos 40, com a Segunda Guerra Mundial, foi montado uma base norte-americana no Ceará mudando os costumes da população, que passou a realizar diversos manifestos contra o nazismo. Também na mesma década, o governo, afim de estimular a migração dos sertanejos para a Amazônia realizou uma intensa propaganda. Esse contingente formou o “Exército da Borracha”, que trabalharam na  exploração do látex das seringüeiras. Milhares de cearenses migraram para o Norte e acabaram morrendo no combate entre Estados Unidos e Aliados com os exércitos do Eixo, sem os seringais da Ásia para abastecê-los.


História de Itatira




Esta serra, sita ao poente da cidade de Canindé, dista da referida cidade 10 léguas ou 60 quilômetros. A sua cordilheira corre de norte a sul, tendo a extensão de 4 léguas sobre 3 léguas.
Ao tempo dos índios, chamava-se Serra da Samambaia, nome de uma parasita, que é utilizada na confecção de esteiras para animais, de cor cinzenta, da família das orquídeas. Em 1700, tendo aparecido a seca no sertão de Quixeramobim, os dois portugueses Antonio Ferreira Braga, pelas águas de Quixeramobim, e Jerônimo Machado, pelas águas de Canindé, exploraram a dita serra.
A princípio lhe deram dois nomes: pelas águas do Quixeramobim, era chamada a Serra do Braga, e, pelas águas de Canindé, Serra do Machado. Com o tempo, porém, prevaleceu esta última denominação, que ainda em dia conserva.
A serra no começo de sua exploração era coberta de soberba floresta e de abundante água, mas agora, infelizmente, é seca, devido ao estrago que seus habitantes fizeram em suas matas, tanto que, excetuando uma preciosa relíquia dessas matas que ainda existem nos sítios Jucá, Valtiburí e Olho d’Água, todo o resto da serra é coberto de simples capoeiras e muito escassa de água.
Pelos restos de matas que ainda existem nos sítio supra-citados, tivemos de ver muitas madeiras de grande valor como o Cedro, a Copaiba, ou vulgarmente Pau d’Óleo, a Maçaranduba, o Bálsamo, a Violeta, o Pau  d’Arco ou Jucá, etc.  Apesar de todas essa lastimável devastação, é uma serra muito agrícola, nos anos abundantes, nela se cultivam em grande escala a mandioca, o milho, o feijão, a batata e o algodão, e nos sítios Jacú e Olho d’Água há uma reduzida reduzida agricultura de café e cana de açúcar. A planta original dessa serra é a Maniçoba, que vegeta naturalmente em toda ela e em grande abundância, servido de refrigério aos habitantes dalí, especialmente nas calamidades das secas.
A Serra do Machado compõe-se de dois povoados Belém, com cerca de 500 habitantes, e Baixa d’Areia, com 300 habitantes. A serra, porém, é toda semeada de habitações e sítios. Os que mais se salientam são: Jacú, Olho d’Água, São Lourenço, Mato Grosso, Amargoso, Sant’Anna, Valtiburí, Bom Jardim e Gameleira. Esta serra está acima do nível do mar cerca de 1.000 metros, os cimos mas salientes pode atingir 1.200 metros, entre eles o Serrote do Jacú, morada antiga dos índios Canindés, os Serrotes da Confusão e de São João.
Se a mão do homem procurou dessa terra tirar a sua utilidade para sustento de vida, também não descuidou da religião. Em 1795, pouco depois que foi explorada essa serra, um morador de Tatajuba, sertão de Quixeramobim, nome Antonio José de Souza, situou-se na parte do nascente da serra, abriu matas, fez roçado e edificou uma casa de morada. Como fosse ele muito devoto de São Gonçalo, edificou uma capela no mesmo lugar e colocando uma imagem do mesmo santo, chamou a nova situação Sítio São Gonçalo.
Antonio José de Sousa, em hora e devoção ao santo padroeira, ofereceu como patrimônio de nova capela de São Gonçalo do mesmo sítio em que ele era morador, cujas extremas são as seguintes: pelo norte extrema com o sítio dos Cunhas, ao sul extrema com o sítio Mata pelas águas de Quixeramobim, ao nascente com o sítio de Baixo, ao poente com o sítio da Baixa Grande. Tendo morrido Antonio José de Souza (não se tem certeza da data), foi sepultado na mesma capela da qual ainda se encontram alguns vestígios.
Após a morte do doador, desse sítio a São Gonçalo, Antonio José de Sousa, foi constituído procurador o Sr. José Antonio Velloso, que morava no sítio Olho d’Água, distante 1 légua. Havendo no ano de 1879 falecido o Sr. José Antonio Velloso, ignora-se por que motivo, não foram mais nomeados procuradores para este patrimônio. Ficou, portanto, em abandono o povo, contudo sempre respeitou a propriedade do santo, como também ainda hoje respeita.
D. Maria Romana de Souza, filha do Sr. José Antonio Velloso, vendo o abandono em que era deixada a imagem do São Gonçalo na capela quase em ruínas, resolveu retirá-la e guardá-la em casa. Tendo, porém, D. Maria Romana adoecido gravemente, fez uma promessa a São Gonçalo para edificar no seo sítio Valtiburí uma capela, até que se edificasse outra no lugar São Gonçalo. Alcançada a graça, cumpriu o seu voto em 1904, sendo benta a capela no mesmo ano pelo R.mo. Vigário, Frei Mathias de Ponteranica. Nesta capela existe a imagem de São Gonçalo, pertencente ao fundador da primeira capela na Serra do Machado, como também o santuário em que o mesmo Antonio José de Sousa tinha colocado o Santo.
No povoado Belém da Serra do Machado, situado ao poente da mesma serra, existe uma outra capela de tamanho regular, construida a três naves e dedicada ao Menino Deus. Esta capela foi erigida pelo Sr. Antonio Alves Guerra que morava neste sítio, chamado São Pedro. A construção começou em 23 de Março de 1870, tendo sido concluída no mesmo ano. Foi benta pelo R.mo. Padre Manoel Carlos e Silva Peixoto, lente do Seminário de Fortaleza e natural de Crato, aos 25 de dezembro de 1870.
Estas notas e datas nos foram fornecidas por pessoas velhas do lugar, conhecedoras do princípio e desenvolvimento dessa serra. Seja no lado material, como no lado religioso, sendo porém, a maior parte das informações fornecidas pelo Sr. Antonio Guerra, filho do Sr. Antonio Alves Guerra, um dos primeiros moradores da Serra do Machado.
(Do Santuário de São Francisco) F.C.

Histórico Oficial do Município de Itatira

Os primeiros exploradores das férteis serranias conhecidas dos índios por serra da Samambaia, foram os portugueses Antônio Ferreira Braga e Jerônimo Machado. O nome desse último foi transferido ao lugar – serra de Machado – em memória do notável e arrojado desbravador. Na última década do século XVIII, um morador da fazenda Tatajuba, situada no sertão de Quixeramobim, de nome Antônio José de Souza, estabeleceu-se ao nascente da serra com uma pequena posse, denominado-a Sítio Sào Gonçalo, sendo aí edificada uma capelinha sob a invocação desse santo.
Com a morte do proprietário e a retirada dos habitantes por ocasião da terrível seca que devastou os sertões do Ceará em 1825, a povoação e a capelinha foram abandonadas. Posteriormente, outros moradores sucederam aqueles, fundando novas situações na serra do Machado, surgindo, por isso, com o crescimento da população sempre e sempre aumentada com a vinda de agricultores atraídos pela fereza das abas serranas, o povoado de Belém, onde Antônio Alves Guerra mandou edificar uma capelinha dedicada ao Menino Deus, a qual, concluída em 1870, foi inaugurada e benta a 23 de dezembro do mesmo ano pelo padre Manuel Carlos da Silva Peixoto, professor do Seminário de Fortaleza. O patrimônio da capela de Belém se constituía de 400 braços de terras, doadas por Antônio Alves Guerra e José Francisco de Brito, nas quais se constitui lentamente a cidade.
Distrito criado com a denominação de Belém, pelo ato provincial de 10-10-1873, subordinado ao município de Quixeramobim. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Belém, figura no município Quixeramobim. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937. Pelo decreto estadual nº 169, de 31-03-1938, retificado pelo decreto estadual nº 378, de 20-10-1938, o distrito de Belém passou a denominar-se Belém do Quinim.
Pelo decreto estadual nº 1114, de 30-12-1943, o distrito de Belém passou a denominar-se Itatira. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito Itatira figura no município de Quixeramobim. Elevado à categoria de município com a denominação de Itatira, pela lei estadual nº 1153, de 22-11-1951, desmembrado de Quixeramobim. Sede no antigo distrito de Itatira. Constituído do distrito sede. Instalado em 25-03-1959.
Pela lei estadual nº 2209, de 19-12-1953, é criado o distrito de Lagoa do Mato e anexado ao município de Itatira. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Itaitira e Lagoa do Mato. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 31-XII-1963. Pela lei estadual nº 7180, de 16-03-1964, é criado o distrito de Bandeira e anexado ao município de Itatira. Em divisão territorial datada de 3I-XII-1968, o município é constituído de 3 distritos: Itatira, Bandeira e Lagoa do Mato.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 18-VIII-1988.
Pela lei municipal nº 303, de 24-04-1989, são criados os distritos de Cahoeira e Morro Branco e anexado ao município de Itatira. Em divisão territorial datada de 18-VIII-1988, o município é constituído de 5 distritos: Itatira, Bandeira, Cachoeira, Lagoa do Mato e Morro Branco.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Alterações toponímicas distritais Belém para Belém de Quinim alterado, pelo decreto estadual nº 169, de 31-03-1938, ratificado pelo decreto estadual nº 378, de 20-10-1938. Belém de Quinim para Itatira alterado, pelo decreto-lei estadual nº 1114, de 31-12-1943.


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